Ossean

Presença de cálcio e fosfato a nível molecular.

Nanotecnologia Ossean

Previsibilidade na estabilidade durante a fase de tratamento inicial foi um fator significativo no desenvolvimento de Ossean. A superficie e concebida para activar capacidades de reparação naturais do corpo, e para induzir a estabilidade primaria durante as criticas primeiras duas semanas após a colocação do implante.

Integração L-PRF com Ossean

Mais uma publicação científica internacional indexada, desta vez investigando o desempenho do L-PRF junto a superfície nanométrica bioativa em implantes odontológicos e seu respectivo ganho biológico. Metodologia refinada, leitura muito interessante junto ao link para acesso do artigo na íntegra: https://www.hindawi.com/journals/bmri/2016/9507342/l

Roboticamente Micro-Jateado

Modificando a expressão gênica durante a osseointegração.

Cada implante da Intra-Lock é micro jateado em um ambiente de sala limpa para um controle preciso. Sequenciação robótica e tratamento diferencial é utilizado para preservar a geometria e ranhura de corte, e permitir que em cada região do implante se obtenha uma ótima topografia e rugosidade da superfície do implante.

Nanotopografia Fractal nanométrica

A estrutura da superfície Ossean é projetada para aumentar o contato implante e a biocompatibilidade e resposta biomecânica. É caracterizada por ter uma topografia de superfície semelhante em todos os níveis de ampliação, a nível nano métrico.

A natureza repetitiva desta superfície é definida como aquela que é fractal na natureza, como um conjunto de bonecas russas, a estrutura, quando vistos em diferentes níveis de ampliação tem as mesmas características básicas.

A superfície alem do nível nano métrico exibe superfície ideal para a fixação de fibrina. Ao nível micrométrico, o padrão é apropriado para deposição de plaquetas. Sob baixa ampliação, o padrão apresenta receptores que estimulam o crescimento de Osteoblastos.

Fase de limpeza e tratamento de superfície

Procedimentos adicionais derivados da industria de semi condutores e refinados para aplicações biomédicas, garantem uma superfície ultra-limpa. A superfície Ossean é excepcionalmente livre de contaminantes como confirmado por espectroscopia eletrônica para analise química).

Cálcio e Fosfato a nível Molecular

Quando observado em microscopia AUGER, com focos de elétrons (15nm) em diferentes profundidades registra a presença de cálcio e fosfato apo nível molecular sem a presença de resíduos.

No entanto quando analisado sob espectroscopia de raios x moléculas de fosfato de cálcio (mais de mil vezes menor que nano partículas) são revelados, eles estão presentes na camada de oxido de titânio como moléculas (impregnação molecular), bem para além do nível nanométrico.

Estas moléculas tem uma maior energia de ligação do que as partículas maiores de fosfato de cálcio. Alem disso a extrema estabilidade, o fosfato de cálcio conserva suas propriedades bioativas.

Tratamento Ácido x Ossean

Mais uma publicação internacional comparando resultados mecânicos entre superfícies com duplo tratamento ácido e nanométricas Ossean. Investigação conduzida pelo brilhante Paulo Coelho, e os também brasileiros Ricardo Zavanelli e Marcos Salles no Journal of Implant Dentistry. Em testes de arrancamento, fica ilustrada com clareza a superioridade com que o grupo teste se integra ao osso de diferentes classificações. Na comparação microscópica das amostras depois do arrancamento, fica evidenciado que o tecido ósseo mantém-se aderido a superfície nanométrica, enquanto no grupo de tratamento ácido o tecido se destaca. O impacto clínico destas evidências aponta para implantes mais resistentes ao regime oclusal severo. Metodologia impecável, leitura excelente: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27213527.

Ensaio comparativo

O maior desafio a um determinado tratamento de superfície envolve o ensaio comparativo de arrancamento da osseointegração utilizando um disco plano. Sem expiras, apenas o mecanismo de travamento junto ao tecido ósseo atua. As imagens aqui postadas ilustram ensaio publicado no Implant Dentistry pelo grupo da NYU, liderado por Paulo Coelho (https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20542367), mostrando que no disco com tratamento nanométrico da superfície Ossean exigiu 130Kpa contra 50Kpa do tratamento ácido convencional. Junto a isso, as imagens de microscopia demonstraram que nos implantes convencionais, o osso se destacou completamente da superfície, enquanto no grupo nanométrico, isso não aconteceu: houve fratura do tecido ósseo, que permaneceu integrado a superfície do titânio. Relevante quando extrapolado para o uso clínico.